O que o ministro do esporte Orlando Silva, o ex-presidente Fernando Collor de Mello, o atacante do Palmeiras Valdívia e o bispo Macedo possuem em comum? Todos eles foram fortemente atacados pela mídia. Não quero e nem vou entrar no mérito das acusações feitas a eles, só quero destacar o fato de que foi a mídia o instrumento usado
para atacar estes homens. Mas o que o fuzil e o alicate tem haver com isso? Estes também são instrumentos usados pelo homem. O primeiro tem sua finalidade definida, foi feito exclusivamente para matar e deixar bem "matado". Já o segundo (alicate), foi feito para fazer pequenas tarefas, ajustar equipamentos e em certos casos cortar fios. Os 3 são instrumentos que podem ser usados para ajudar ou acabar com a vida de uma pessoa.
Aqui no R.J aconteceu um caso interessante. Dois meninos adolescentes se desentenderam e um deles pegou um alicate e lançou contra seu desafeto. O que aconteceu? O alicate milagrosamente ficou cravado na cabeça do menino que graças a Deus não teve nenhum dano sério, fora o incômodo de ter um alicate preso na cabeça. O alicate que antes parecia algo tão simples, quase foi transformado em uma arma letal. O Fusil, como todos nós já sabemos, tem um alto poder destrutivo e ja fez inúmeras vítimas, tudo porque foi usado de uma forma imprudente. Hoje a palavra fusil provoca um frio na espinha de qualquer morador do R.J. E a mídia? O que falar dela?
A mídia pode ser um instrumento muito útil no desenvolvimento da sociedade. Campanhas para doação de sangue, arrecadação de alimentos, mutirão contra a dengue e outras coisas podem ser organizadas e divulgadas pela mídia e assim beneficiar milhares de pessoas que precisam de ajuda. Campanhas educativas e preventivas são lançadas e assim a população pode se concientizar e refletir sobre assuntos como drogas, educação no trânsito, etc. Resumindo, a mídia pode ser um instrumento maravilhoso que pode beneficiar e muito a sociedade. Mas, toda a moeda possui dois lados. A mídia quando usada para interesse pessoais e financeiros se torna uma ferramenta destrutiva. O atacante Valdívia do Palmeiras terminou o seu casamento por causa do poder da mídia. Um "reporter" tirou fotos do atacante beijando uma outra mulher que não era a esposa do atacante e por conta disso uma série de problemas foram acontecendo. O dito "reporter" acusou o atacante Valdívia de fazer ameaças e de suborno, ja o atacante Valdívia acusou o "reporter" de tentar extorqui-lo, pedindo R$300.000,00. O que o reporter, na verdade, o que a mídia tem haver com vida particular do Atacante Valdívia? O que eu tenho haver com isso? Nada. Neste caso especificamente, a mídia foi usada como um fuzil que destruiu o casamento do atacante Valdívia. Não quero entrar no mérito dele estar certo ou errado, a vida dele é problema dele e não meu ou da mídia. Só digo que a mídia não tem o direito de interfirir nos assuntos pessoais de alguém, mesmo sendo este alguém uma pessoa pública como Valdívia.
A briga entre a rede Globo e a Record por causa da transmissão do campeonato Brasileiro é um outro exemplo disto. Por conta desta briga uma série de acusações foram trocadas entre as emissoras, que usavam o poder de seus veículos de comunicação não para informar a sociedade mais para atacar a concorrente e o povo somente pôde assistir esta briga sem entender direito o que se passava. O ministro do Esporte do governo Dilma, Orlando Silva, está sendo atacado, se posso usar esta palavra, pelos veículos de comunicação. Não quero defendê-lo e nem acusá-lo, isso cabe a justiça, aos advogados e promotores, o que quero ressaltar é a verdadeira intenção daqueles que usam a mídia para atacá-lo. Essas acusações surgem justamente no momento e que há uma séria discussão sobre a organização da copa do mundo, e o citado ministro era a ponte entre o governo e a CBF de Ricardo Teixeira, que dispensa comentários. Repito, não estou defendendo o ministro, se ele for culpado que seja condenado, só acho estranho estas acusações surgirem agora, em um momento crucial para aqueles que estão organizando a copa no Brasil.
A mídia, o fusil e o alicate, são apenas instrumentos, não possuem vida própria, não podem responder pelos seus atos. Cabe aqueles que manejam estes instrumentos o cuidado e o bom senso para usá-los de uma maneira correta justa. O interesse de uma pessoa não pode de forma alguma ser superior a necessidade de muitos, então temos que trabalhar para uma transparência realmente transparente nos meios de comunicação. Deixo com vocês o seguinte texto extraído do saite http://www.midiaindependente.org
Aqui no R.J aconteceu um caso interessante. Dois meninos adolescentes se desentenderam e um deles pegou um alicate e lançou contra seu desafeto. O que aconteceu? O alicate milagrosamente ficou cravado na cabeça do menino que graças a Deus não teve nenhum dano sério, fora o incômodo de ter um alicate preso na cabeça. O alicate que antes parecia algo tão simples, quase foi transformado em uma arma letal. O Fusil, como todos nós já sabemos, tem um alto poder destrutivo e ja fez inúmeras vítimas, tudo porque foi usado de uma forma imprudente. Hoje a palavra fusil provoca um frio na espinha de qualquer morador do R.J. E a mídia? O que falar dela?
A mídia pode ser um instrumento muito útil no desenvolvimento da sociedade. Campanhas para doação de sangue, arrecadação de alimentos, mutirão contra a dengue e outras coisas podem ser organizadas e divulgadas pela mídia e assim beneficiar milhares de pessoas que precisam de ajuda. Campanhas educativas e preventivas são lançadas e assim a população pode se concientizar e refletir sobre assuntos como drogas, educação no trânsito, etc. Resumindo, a mídia pode ser um instrumento maravilhoso que pode beneficiar e muito a sociedade. Mas, toda a moeda possui dois lados. A mídia quando usada para interesse pessoais e financeiros se torna uma ferramenta destrutiva. O atacante Valdívia do Palmeiras terminou o seu casamento por causa do poder da mídia. Um "reporter" tirou fotos do atacante beijando uma outra mulher que não era a esposa do atacante e por conta disso uma série de problemas foram acontecendo. O dito "reporter" acusou o atacante Valdívia de fazer ameaças e de suborno, ja o atacante Valdívia acusou o "reporter" de tentar extorqui-lo, pedindo R$300.000,00. O que o reporter, na verdade, o que a mídia tem haver com vida particular do Atacante Valdívia? O que eu tenho haver com isso? Nada. Neste caso especificamente, a mídia foi usada como um fuzil que destruiu o casamento do atacante Valdívia. Não quero entrar no mérito dele estar certo ou errado, a vida dele é problema dele e não meu ou da mídia. Só digo que a mídia não tem o direito de interfirir nos assuntos pessoais de alguém, mesmo sendo este alguém uma pessoa pública como Valdívia.
A briga entre a rede Globo e a Record por causa da transmissão do campeonato Brasileiro é um outro exemplo disto. Por conta desta briga uma série de acusações foram trocadas entre as emissoras, que usavam o poder de seus veículos de comunicação não para informar a sociedade mais para atacar a concorrente e o povo somente pôde assistir esta briga sem entender direito o que se passava. O ministro do Esporte do governo Dilma, Orlando Silva, está sendo atacado, se posso usar esta palavra, pelos veículos de comunicação. Não quero defendê-lo e nem acusá-lo, isso cabe a justiça, aos advogados e promotores, o que quero ressaltar é a verdadeira intenção daqueles que usam a mídia para atacá-lo. Essas acusações surgem justamente no momento e que há uma séria discussão sobre a organização da copa do mundo, e o citado ministro era a ponte entre o governo e a CBF de Ricardo Teixeira, que dispensa comentários. Repito, não estou defendendo o ministro, se ele for culpado que seja condenado, só acho estranho estas acusações surgirem agora, em um momento crucial para aqueles que estão organizando a copa no Brasil.
A mídia, o fusil e o alicate, são apenas instrumentos, não possuem vida própria, não podem responder pelos seus atos. Cabe aqueles que manejam estes instrumentos o cuidado e o bom senso para usá-los de uma maneira correta justa. O interesse de uma pessoa não pode de forma alguma ser superior a necessidade de muitos, então temos que trabalhar para uma transparência realmente transparente nos meios de comunicação. Deixo com vocês o seguinte texto extraído do saite http://www.midiaindependente.org
Hoje me confunde tentar saber qual é o papel da mídia. Por um lado, muito negativo por sinal, demonstra uma mídia dominadora de opiniões e puramente comercial. Por outro apresenta-se como informativa e educadora. Sem contar a infinidade de entretenimento de má qualidade em que nela está contida. O único fator que destrói abruptamente o papel da mídia é o capital. Acaba-se cormecializando a informação. Toda a mídia torna-se um grande mercado. Quando na verdade deveria preocupar-se com a qualidade do conteúdo por ela apresentado, já que é a maior fonte de informação e entretenimento que a população possui.
O grande problema é que a mídia se tornou o quarto poder. Um poder que pode ser consumido e que é partidário. Assim ela torna-se formadora e criadora de opiniões públicas. Podendo ser consumida e vendida torna-se produto de mercado. Um produto que influencia a posição política de cada cidadão e que infelizmente sempre é associada a grupos dominantes.
Atualmente a mídia é o quarto maior segmento econômico do mundo; perde para a petroquímica, indústria bélica e aeronáutica. Isso significa que daqui a 15 ou 20 anos ela seguirá para o primeiro segmento. Isso não indica apenas que a mídia será a maior indústria geradora de capital. Mas será também um dos maiores poderes sociais. Terá em mãos o poder de conduzir política, dominar, legitimar, formar e criar opinião pública. Ou simplesmente dominar a todos.
BOCA NO TROMBONE

